WESLEY CORTADO, RAPHINHA CORRENDO RISCO E NEYMAR SEGUE INTOCÁVEL: ISSO NÃO É FUTEBOL, É IMORALIDADE

Enquanto jovens atletas pagam o preço do desempenho e da condição física, Neymar permanece no elenco mesmo após chegar lesionado e sem perspectiva clara de entrar em campo.

WESLEY  CORTADO, RAPHINHA CORRENDO RISCO E NEYMAR SEGUE INTOCÁVEL: ISSO NÃO É FUTEBOL, É IMORALIDADE
Imagem divulgação

Há algo que precisa ser dito sobre a atual Seleção Brasileira e pouca gente tem coragem de falar: o tratamento dado a alguns jogadores parece seguir regras diferentes.


E quando as regras não são as mesmas para todos, isso tem um nome: imoralidade.

Wesley foi cortado. Raphinha vive sob a sombra de um possível corte. Ambos jovens, pressionados, cobrados a entregar resultados e a provar diariamente que merecem estar ali.

Enquanto isso, Neymar chegou à Copa do Mundo já lesionado fisicamente, cercado de dúvidas sobre suas condições de jogo.

 

Ainda assim, seu lugar jamais pareceu ameaçado. Não houve sequer discussão pública sobre a possibilidade de corte. E existe a chance real de o camisa 10 terminar a competição sem entrar em campo.


A pergunta é inevitável: se fosse qualquer outro jogador, a história seria a mesma?


No futebol de alto rendimento, todos deveriam estar submetidos aos mesmos critérios. Se um atleta não reúne condições físicas ou técnicas, deveria estar sujeito às mesmas consequências que os demais. Mas quando o peso do nome supera o critério esportivo, abre-se um precedente perigoso.


Ninguém discute a importância histórica de Neymar para a Seleção Brasileira. O que está em debate é outra coisa: a coerência.


Se Wesley foi cortado. Se Rafinha pode ser cortado. Por que Neymar sequer entra nessa conversa?

Quando a exceção vira regra para alguns e a régua pesa apenas para outros, isso deixa de ser apenas uma escolha técnica.


Isso se chama imoralidade.


Jô Bragança

Repórter


Portal Adonai do Socorro